sexta-feira, 4 de setembro de 2026

Adaptação à escola e à creche: como tornar esta fase mais tranquila para crianças e pais 🤍



Setembro chega e, para muitas famílias, traz consigo uma mistura de sentimentos.
Há entusiasmo. Há ansiedade. Há listas de material escolar, mochilas novas, roupa para preparar, horários para organizar e aquela sensação de que, de repente, o verão acabou e temos novamente uma rotina para cumprir.

Mas, para além de toda a logística, existe uma parte do regresso à escola que pode ser muito mais difícil do que escolher o tamanho certo da mochila: a adaptação da criança.
Seja a primeira entrada na creche, a mudança de escola, a passagem para o pré-escolar ou simplesmente o regresso depois das férias, esta fase pode trazer choro, insegurança, alterações no sono, birras e muita ansiedade... tanto para os filhos como para os pais.

É normal.

Não significa que a criança não goste da escola.
Não significa que esteja a ser maltratada.
Não significa que fizemos alguma coisa errada.
E, acima de tudo, não significa que estamos a criar uma criança demasiado dependente de nós.
Significa apenas que estamos perante uma grande mudança.


Para uma criança pequena, entrar numa escola ou numa creche significa muito mais do que mudar de espaço.
É uma mudança de pessoas, cheiros, sons, horários, regras e rotinas.
De repente, aquela criança que estava habituada a acordar com os pais, tomar o pequeno-almoço em casa, brincar com os seus brinquedos e estar rodeada das pessoas que conhece passa várias horas num ambiente completamente novo.
Mesmo quando a escola é maravilhosa, a criança pode sentir medo e isso acontece porque as crianças pequenas ainda estão a desenvolver ferramentas emocionais para compreender e lidar com mudanças.

Nós, adultos, conseguimos pensar:
“Vou trabalhar, depois volto para casa e amanhã fazemos tudo outra vez.”
Uma criança pequena pode simplesmente pensar:
“A mãe foi embora. E se ela não voltar?”
É por isso que a adaptação deve ser encarada como um processo e não como um teste que a criança tem de passar rapidamente.


 “Mas ele chora sempre quando o deixo. Estou a fazer alguma coisa mal?”
Esta é provavelmente uma das maiores angústias dos pais.
Deixamos a criança na escola, ela começa a chorar, agarramo-nos a ela, sentimos o coração apertado e saímos dali com uma enorme culpa.
Mas o choro na despedida, por si só, não significa que a criança vá passar o dia inteiro triste.
Muitas vezes, o momento mais difícil é precisamente a separação.
A criança chora porque não quer que aquele momento aconteça.
Depois de os pais saírem, pode conseguir envolver-se numa brincadeira, conversar com os educadores, comer, dormir e participar normalmente nas atividades.
Claro que cada criança é diferente e devemos estar atentos ao comportamento ao longo do dia. Mas é importante não interpretar automaticamente o choro da despedida como sinal de que a criança está mal durante todas aquelas horas.


🤍 Não desapareças às escondidas

Quando sabemos que a criança vai chorar, pode surgir aquela tentação:

Vou distraí-lo e saio sem ele perceber.”

Parece mais fácil. Mas, na maioria das situações, é preferível que a criança saiba que estamos a sair. Uma despedida simples pode ser muito mais tranquilizadora:
“Agora a mãe vai trabalhar. Tu vais ficar aqui a brincar e depois venho buscar-te.”

O objetivo não é fazer uma despedida de vinte minutos. Aliás, despedidas demasiado longas podem tornar o momento ainda mais difícil. Carinho, segurança e consistência. É essa a combinação que queremos transmitir.


Criar uma rotina previsível ajuda muito

As crianças pequenas beneficiam imenso de saber o que vai acontecer. Não precisamos de ter uma rotina militar, mas podemos criar pequenas sequências que se repetem todos os dias.
Por exemplo:
Acordar → vestir → pequeno-almoço → lavar os dentes → mochila → escola.
Quando a sequência se torna familiar, há menos decisões e menos surpresas.
Também podemos explicar antecipadamente o que vai acontecer:

“Hoje vamos acordar, tomar o pequeno-almoço e depois vamos à escola. A mãe deixa-te lá e depois, quando for hora de ir embora, venho buscar-te.”
Mesmo que a criança ainda não compreenda perfeitamente as horas, começa a associar determinados acontecimentos.

🧸 Um objeto familiar pode ser reconfortante

Dependendo das regras da escola, pode ser útil levar um pequeno objeto que transmita segurança.
Pode ser um bonequinho, um lenço, uma fotografia pequena ou outro objeto permitido pela instituição. Não precisa de ser algo grande. É simplesmente uma pequena ligação entre o ambiente familiar e aquele novo espaço.
E, quando a escola não permite objetos de casa, podemos criar outros pequenos rituais.
Um beijo especial antes de entrar.
Um abraço apertado.
Uma frase que dizemos sempre.
Um pequeno desenho feito pela criança.
São coisas simples, mas ajudam a criar previsibilidade.

🗣️ Falar sobre a escola antes de ela começar

Uma boa preparação começa antes do primeiro dia. Podemos falar sobre a escola de forma natural:
Vais conhecer meninos novos.”
“Vais ter uma professora nova.”
“Lá vais ter brinquedos.”
“Vamos preparar a tua mochila.”

Podemos envolver a criança nos preparativos. Escolher uma mochila, organizar o material ou escolher uma peça de roupa para o primeiro dia pode transformar algo assustador numa experiência mais positiva.
E não precisamos de repetir constantemente:

Estás contente por ir para a escola?”

“Não tens medo?”

“Vais chorar?”

Às vezes, sem percebermos, estamos a colocar ainda mais ansiedade na criança.


🚫 Evitar ameaças e comparações

Frases como:
“Olha que os outros meninos não choram.”
“Já és grande para isso.”
“Se continuares a chorar, a mãe vai embora.”
“Porta-te bem ou a professora fica zangada.” 
Não fazem sentidos frases assim afinal cada criança tem o seu próprio ritmo.
Uma criança pode entrar no primeiro dia como se conhecesse toda a gente há dez anos. Outra pode precisar de semanas para se sentir completamente confortável. E tudo bem.
Adaptação não é uma competição.

👩‍🏫 Confiar e comunicar com a equipa educativa

Uma das coisas mais importantes durante esta fase é manter uma boa comunicação com a escola ou creche.
Se a criança tem um objeto de conforto, uma rotina específica, dificuldades com determinados alimentos, problemas para dormir ou alguma particularidade que os educadores devam conhecer, é importante comunicar.
Também podemos perguntar como correu o dia.
Não precisamos de exigir um relatório completo todos os dias, mas perceber se a criança comeu, dormiu, brincou e se conseguiu envolver-se nas atividades pode ajudar-nos a compreender como está a adaptação.
E existe uma coisa muito importante:
A criança percebe quando os pais confiam ou desconfiam do espaço onde a deixam.
Se transmitirmos constantemente medo e insegurança, podemos involuntariamente reforçar a ideia de que aquele lugar é perigoso.
Mesmo quando estamos cheios de dúvidas por dentro, podemos tentar transmitir:
Tu estás seguro. Eu confio nos adultos que estão contigo. E eu vou voltar.

💤 O sono pode mudar

Durante a adaptação, algumas crianças ficam mais cansadas.
Outras podem dormir pior.
Também podem surgir despertares noturnos, maior necessidade de colo ou dificuldade em adormecer.
A criança passou o dia a processar novas experiências, pessoas, regras e emoções.
Por isso, durante estas primeiras semanas, pode ser especialmente importante manter uma rotina de sono previsível.

Jantar.

Banho.

Pijama.

História.

Colinho.

Cama.

Não precisamos de acrescentar muitas atividades depois de um dia emocionalmente intenso.
Às vezes, aquilo de que a criança precisa é simplesmente de voltar ao seu lugar seguro.

🍽️ E se começar a comer pior?

Também pode acontecer.
Algumas crianças comem menos durante os primeiros dias.
Outras chegam a casa esfomeadas.
É importante observar, mas sem transformar cada refeição numa batalha.
Se existir uma alteração significativa ou persistente na alimentação, devemos conversar com a escola e, quando necessário, procurar orientação profissional.
Mas pequenas alterações durante períodos de mudança podem acontecer.

❤️ Depois da escola, dá-lhe tempo para voltar a “desligar”

Uma coisa que muitas vezes esquecemos é que, depois de passarem várias horas a adaptar-se a um ambiente novo, as crianças podem chegar a casa completamente saturadas.
Podem estar mais irritáveis.
Mais choronas.
Mais agarradas aos pais.
Podem fazer mais birras por coisas aparentemente insignificantes.
E podemos pensar:
Na escola portou-se tão bem e agora está impossível!”
Mas talvez seja precisamente porque em casa se sente segura para libertar aquilo que acumulou durante o dia.
Por isso, depois da escola, nem sempre precisamos de encher a tarde de atividades.


📅 Quanto tempo demora a adaptação?

Não existe um número mágico de dias.
Algumas crianças adaptam-se rapidamente.
Outras precisam de várias semanas.
E há crianças que parecem perfeitamente adaptadas e, de repente, começam a chorar novamente.
Isso também pode acontecer.
A adaptação não é necessariamente uma linha reta.
Pode haver dias excelentes e dias difíceis.
E isso não significa que tenhamos voltado ao ponto zero.

🚨 Quando devemos ficar mais atentos?

Apesar de muitas alterações serem normais durante a adaptação, devemos estar atentos quando existem mudanças muito intensas ou persistentes.

Por exemplo:
alterações importantes e prolongadas do sono;
recusa alimentar persistente;
ansiedade muito intensa;
medo constante de ir para a escola;
alterações comportamentais muito marcadas;
regressões significativas que se mantêm;
queixas físicas frequentes sem explicação aparente;
sofrimento que não parece diminuir com o passar do tempo.

Nestas situações, vale a pena conversar primeiro com a equipa educativa e, se necessário, procurar aconselhamento junto de um profissional de saúde.
Não é para entrar em pânico.
É simplesmente para não ignorarmos aquilo que a criança nos está a comunicar através do comportamento.

🎒 Checklist para uma adaptação mais tranquila
Antes do início das aulas, podemos preparar algumas coisas:

☐ Conhecer a escola sempre que possível
☐ Conhecer os horários
☐ Preparar a mochila com antecedência
☐ Identificar roupas e objetos
☐ Ajustar gradualmente os horários de sono
☐ Conversar sobre a escola de forma positiva e realista
☐ Criar um ritual curto de despedida
☐ Explicar que vamos voltar para buscar a criança
☐ Manter os horários o mais previsíveis possível
☐ Comunicar informações importantes aos educadores/professores
☐ Evitar comparações com outras crianças
☐ Dar espaço para a criança expressar medo ou tristeza
☐ Reservar tempo de qualidade em família depois da escola

🌸 E os pais? Também precisam de adaptação.

Falamos muito sobre a adaptação das crianças, mas esquecemo-nos frequentemente dos adultos.
Porque deixar um filho numa escola nova pode ser emocionalmente difícil.
Podemos sentir culpa.
Podemos sentir saudades.
Podemos questionar se estamos a fazer a escolha certa.
Podemos ficar a olhar para o telemóvel à espera de uma mensagem.
Podemos imaginar mil cenários.
E isso também faz parte.

Mas há uma coisa que precisamos de lembrar:
A nossa ansiedade não pode tornar-se a mochila emocional da criança.
Não precisamos de fingir que não estamos tristes.
Precisamos apenas de tentar separar aquilo que sentimos daquilo que transmitimos.
Podemos chorar depois de sair.
Podemos ligar ao companheiro ou a uma amiga.
Podemos desabafar.
Mas, no momento da despedida, podemos oferecer à criança aquilo que ela mais precisa:
segurança.


🤍 No final, é uma fase. E vai passar.
Talvez esta seja a mensagem mais importante de todas.
Se este setembro estiver a ser difícil aí em casa, respira.
Não precisas de ter uma criança que entra na escola a correr.
Não precisas de ter manhãs perfeitas.
Não precisas de conseguir eliminar todas as lágrimas.
O objetivo não é fazer com que a criança nunca tenha medo.
É ensiná-la, pouco a pouco, que pode sentir medo e, mesmo assim, estar segura.
Ela vai conhecer novas pessoas.
Vai criar novas memórias.
Vai aprender.
Vai crescer.
E, aos poucos, aquele lugar que hoje parece estranho pode transformar-se num espaço familiar.

E um dia vais olhar para trás e perceber que aquela mochila que preparavas com tanto cuidado, aqueles choros à porta e aquelas manhãs caóticas eram apenas o início de uma nova etapa.
A adaptação não precisa de ser perfeita. Precisa apenas de ser acompanhada com amor, paciência e segurança. 🤍

E para vocês, mães e pais: força para este setembro. 🍂
Que haja menos culpa, menos comparação e mais confiança.
Porque estamos todos a aprender.
Eles a crescer.
E nós a aprender a deixá-los crescer

quarta-feira, 22 de julho de 2026

A vida muda num instante


Há anos em que a vida parece um vendaval. Os meus, desde os 19 anos foram quase sempre assim. Esse é o preço por nós emanciparmos mais cedo que todas as amigas. Ninguém está lá para nós amparar as quedas mas não trocaria essa minha decisão por nada. 
Depois juntei-me, fui mãe e a vida não ficou mais fácil.
Mudanças sempre me deixaram muito ansiosa...preferi sempre uma vida apática do que com muitos tumultos. 
Mas este ano foi diferente. Tenho abraçado as mudanças e tenho-as procurado na verdade. E acho que... mesmo no meio da correria, tenho finalmente encontrado uma calmaria em vez de ansiedade. 
Nunca tive tanto para fazer nem tanto a acontecer ao mesmo tempo. Nunca houve tantos papéis para tratar, decisões para tomar, horários e prazos para cumprir, responsabilidades para carregar. Há dias em que adormeço antes de a cabeça tocar na almofada e acordo já a pensar na lista interminável do que falta.

Mas, ao mesmo tempo...
Há uma paz em mim que nunca tinha conhecido.
É difícil de explicar. Porque, vista de fora, a minha vida parece estar um caos. Ouço isto de quem está à minha volta e tem alguma noção de tudo. Mas é um caos bonito. Um dos mais bonitos onde já estive. Daqueles que nascem quando estamos finalmente a construir, em vez de apenas sobreviver.

Talvez não entendam...mas meu coração está tão em paz. 

Durante muitos anos vivi sempre a correr atrás da próxima meta. Sempre com a sensação de que, quando alcançasse "aquela coisa", finalmente ia conseguir respirar.

Hoje percebo que a paz nunca esteve na meta. 
Estava no caminho.
Também aprendi que às vezes as metas, não eram as certas e aprendi a abrir mão. Que me foi tão difícil e tão doloroso por tanto tempo. Hoje, não é mais. E por milagre que pareça...a vida começou a mostrar-me coisas maravilhosas depois disso.


Esta semana tenho estado mais ausente daqui porque a vida, simplesmente, pediu-me presença noutros lugares. Entre mudanças, caixas espalhadas pela casa, o trabalho, o Gustavo, novos começos e uma lista de pequenas grandes responsabilidades, os dias parecem voar.
E, mesmo assim, não sinto pressa.
Sinto gratidão.
Estou verdadeiramente grata por estar cansada pelas razões certas. Por me deitar exausta depois de dias cheios de vida. Por olhar à minha volta e perceber que muitas das preocupações de hoje são, afinal, sonhos pelos quais a Emma de há alguns anos teria dado tudo.

Às vezes paro por um instante e penso: "É isto."
Não porque a vida esteja perfeita. Não está. Ou porque tenha conquistado tudo o que queria...está longe disso. Continuo sem saber muitas respostas.Sem ter a certeza se o caminho é este...mas agora é. Amanhã, podemos redirecionar tudo.

Pela primeira vez em muito tempo, deixei de sentir que estou a lutar contra a vida. Sinto que estou a caminhar com ela.
Talvez seja isso que significa crescer.
Perceber que a felicidade raramente faz barulho. Não chega acompanhada de fogo de artifício. Chega devagarinho. Esconde-se na rotina, na tranquilidade de uma casa que começa a ganhar alma, nas gargalhadas do meu filho, no trabalho que construí com as minhas próprias mãos, nas pequenas conquistas que quase passam despercebidas.
E é precisamente por isso que tenho estado um pouco mais ausente.
Porque há capítulos que precisam primeiro de ser vividos, antes de serem contados.
E eu estou a viver um dos mais bonitos da minha vida.
Já já volto cheia de novidades. 

segunda-feira, 13 de julho de 2026

Tendências de unhas para o verão 2026: as cores e estilos que estão a conquistar esta estação




Muitas de vocês sabem que sou manicure e com a chegada dos dias mais quentes, chega também a vontade de apostar em manicures mais coloridas, alegres e cheias de personalidade. Todos os anos surgem novas inspirações, mas há também clássicos que nunca saem de moda.

Se estás à procura de ideias para a tua próxima manicure, reuni algumas das maiores tendências de unhas para o verão 2026. Desde os tons mais vibrantes às nail arts minimalistas, há opções para todos os gostos.





O famoso Butter Yellow continua a ser uma das cores mais procuradas.

É um amarelo suave, delicado e elegante que combina perfeitamente com a pele bronzeada e transmite um ar fresco e sofisticado.

Ideal para: quem gosta de unhas discretas, mas diferentes.




Os tons de azul inspirados no mar e nas férias estão por todo o lado. Desde o azul bebé até ao azul-cobalto, esta é uma das cores que mais vamos ver durante o verão. Combina especialmente bem com detalhes em branco ou dourado. É sem dúvida um dos meus favoritos. 





As unhas naturais continuam em alta, eu que o diga pois meus público é maioritariamente assim. O chamado Milky Pink é a loucura do meu gabinete...todo o mundo quer. Ele oferece um acabamento muito elegante, limpo e versátil.

É perfeito para quem trabalha em ambientes mais formais ou simplesmente prefere uma manicure intemporal.




Conchas, estrelas-do-mar, ondas, pérolas e pequenos detalhes marinhos continuam entre as favoritas.

Não é necessário exagerar: muitas vezes basta decorar uma ou duas unhas para conseguir um resultado moderno.



Morangos, cerejas, limões, laranjas e até melancias aparecem novamente como uma das grandes tendências.

São manicures divertidas, perfeitas para férias e festivais de verão.




A manicure francesa nunca desaparece... apenas se reinventa.

Em vez da tradicional ponta branca, este verão aposta-se em:

  • Rosa;
  • Coral;
  • Azul;
  • Verde-lima;
  • Laranja.

Uma pequena mudança que faz toda a diferença.




Depois do enorme sucesso dos últimos anos o Glazed, o acabamento brilhante e perolado continua a marcar presença.

Este efeito dá às unhas um brilho delicado que muda conforme a luz.

Fica bonito tanto em cores claras como em tons mais intensos.




Uma das novidades deste ano é o verde pistácio.

É uma cor fresca, moderna e diferente, ideal para quem gosta de experimentar novas tendências sem fugir demasiado dos tons suaves.



Na minha opinião, o verão 2026 será marcado pelo equilíbrio entre simplicidade e criatividade.

Vamos continuar a ver muitas manicures minimalistas em tons suaves, mas também pequenos apontamentos de nail art, cores vibrantes e detalhes inspirados na natureza.

O mais importante é escolher um estilo que combinam contigo e que te faça sentir bonita e confiante.

As tendências são uma excelente fonte de inspiração, mas não existem regras quando falamos de unhas.

Se preferes uma manicure clássica, colorida ou cheia de brilho, o essencial é sentires-te confortável com a tua escolha.


Vivelon: a loja portuguesa de suplementos que aposta na saúde e no bem-estar | #parceria




Hoje trago uma super novidade aqui no blog, UMA NOVA PARCERIA!!!

Todas vocês sabem que ter lojas ou marcas que apoiam o meu trabalho é fundamental para que eu me possa dedicar mais ao que realmente gosto de fazer. 

Desta vez temos a VIVELON, uma loja de suplementos alimentares para complementar uma alimentação equilibrada e apoiar objetivos como aumentar a energia, melhorar a saúde digestiva, reforçar o sistema imunitário ou recuperar melhor após o exercício físico.

A Vivelon é uma loja online portuguesa especializada em suplementos alimentares, vitaminas e produtos de nutrição funcional. O seu objetivo passa por ajudar cada pessoa a encontrar os produtos mais adequados às suas necessidades, disponibilizando diferentes categorias e informação útil para apoiar uma escolha mais consciente. A empresa disponibiliza ainda de apoio ao cliente, conteúdos educativos e um programa de fidelização para os seus clientes.




Na loja podes encontrar produtos para: Saúde digestiva e probióticos, vitaminas e minerais, sistema imunitário, energia e vitalidade, relaxamento e bem-estar, nutrição desportiva, proteínas e creatina, colagénio e nutricosméticos para pele, cabelo e unhas...

Além da variedade de produtos, a Vivelon oferece algumas vantagens interessantes como:

  • Portes gratuitos em encomendas superiores a 30 €;
  • Entregas rápidas em Portugal Continental;
  • Pagamentos através de MB Way, Multibanco, PayPal e cartão bancário;
  • Programa VivePontos, que permite acumular pontos e trocá-los por vantagens e descontos em compras futuras;
  • Atendimento através de vários canais de apoio ao cliente.




O que me agradou na Vivelon foi encontrar uma loja portuguesa com uma oferta diversificada, várias marcas reconhecidas e uma navegação bastante simples, o que facilita a procura dos produtos certos para cada objetivo. Por isso se estiveres a pensar fazer a tua primeira encomenda na Vivelon, podes aproveitar o meu código de desconto para poupar

👉 Código: EMA10

Espero que este desconto seja uma ajuda extra para começares a cuidar da tua saúde e bem-estar de forma mais económica.








quarta-feira, 8 de julho de 2026

EDP Pingo Doce: como receber 10% da fatura da luz em saldo para as suas compras




Todos gostamos de encontrar formas de poupar nas despesas do dia a dia e este espaço tenta ajudar-vos com todas as dicas que consigo. E recentemente descobri mais uma forma e decidi partilhar convosco pois já estou a usufruir dela como mostrei no video do canal. 

Existe agora uma parceria entre a EDP Comercial e o Pingo Doce em que ao aderir, podemos receber 10% do valor da nossa fatura de energia em saldo para utilizar nas compras.

Na prática, uma despesa que já faço todos os meses transforma-se numa pequena ajuda para as compras da família. O saldo é atribuído automaticamente depois da fatura ser paga e pode chegar aos 10 € por mês, dependendo do valor da fatura. 

É importante lembrar que NÃO ultrapassará os 10€.


O processo é bastante simples:


1. Aderes à campanha através da EDP Comercial.

2. Associas o teu número da aplicação O Meu Pingo Doce.

3. Pagas normalmente a tua fatura de energia.

4. Até cerca de 10 dias após o pagamento, recebes o saldo na aplicação.

5. Podes utilizar esse saldo nas tuas compras no Pingo Doce.

O benefício corresponde a 10% do valor total da fatura, já com taxas e impostos incluídos.


- Fatura de 45 € → recebes 4,50 €.

- Fatura de 70 € → recebes 7 €.

- Fatura de 100 € → recebes 10 €.

- Faturas superiores a 100 € continuam limitadas ao máximo de 10 € por mês.


A campanha destina-se a clientes residenciais da EDP Comercial que cumpram determinadas condições, nomeadamente:


- Ter contrato de eletricidade ou eletricidade e gás.

- Potência contratada entre 3,45 kVA e 20,7 kVA.

- Tarifa simples, bi-horária ou tri-horária.

- Ter registo ativo na aplicação O Meu Pingo Doce.


Existem algumas exclusões, como contratos indexados, Conta Certa e contratos apenas de gás. Além disso, esta oferta não é acumulável com outras campanhas promocionais da EDP.




O saldo fica disponível após o pagamento da fatura e pode ser utilizado até ao final do mês seguinte ao carregamento. Por isso, convém não deixar acumular para evitar perder o benefício. Eu aproveitei o meu com mais os 15euros acumulados da compras de 100€ do fim de semana. 


Num período em que todas as poupanças contam, esta parceria pode ser uma forma inteligente de recuperar parte do dinheiro gasto numa despesa inevitável. Se já és cliente da EDP ou estás a pensar mudar de comercializador, vale a pena analisar esta campanha e perceber se faz sentido para a tua situação.


Como em qualquer decisão financeira, compara sempre os tarifários disponíveis no mercado e escolhe a opção que te permite poupar mais a longo prazo. Afinal, quando conseguimos transformar uma conta da luz em saldo para as compras do supermercado, cada euro acaba por render um pouco mais.